Testemunha principal no “Caso Alex” estaria sendo ameaçada

A novidade no caso é que uma testemunha que presenciou a execução de Alex estaria recebendo ameaça de morte e estaria sobre proteção policial.

A Polícia Nacional do Paraguai deve dar detalhes nesta segunda-feira (9) de como andam as investigações do caso do assassinato do estudante Alex Zioli Areco Aquino (14) raptado, torturado e morto na madrugada do último dia 23 de novembro na cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero, cujo corpo foi encontrado em um galão plástico no último dia 5 nas proximidades do Rodoanel em Ponta Porã.

O principal suspeito do crime o brasileiro Genaro Lopes Martins se entregou para as autoridades paraguaias depois da prisão da mulher dele, Diana Clavel Pimentel e o cunhado o adolescente D.G. Uma terceira pessoa que foi detida durante a semana foi liberada depois de prestar depoimento.

A novidade no caso é que uma testemunha que presenciou a execução de Alex estaria recebendo ameaça de morte e estaria sobre proteção policial. Outros envolvidos no caso teriam ameaçado a testemunha para que ela desmentisse o que falou para a polícia ou mudasse a versão.

Genaro conhecido como Animal do PCC, também estaria segundo o site Porã News envolvido no desaparecimento do vendedor de joias Roney Fernandes Romeiro (35), que na manhã do dia 18 de agosto deste ano transitava pela avenida Presidente Vargas a bordo de um veículo da marca VW-Gol, cor branca quando foi raptado por vários homens armados que estavam com uma caminhonete.

Até hoje o corpo de Roney não foi encontrado a polícia trabalha agora que Genaro tenha sido um dos autores do crime. Os dois casos sequem sendo investigados por policiais do Brasil e do Paraguai.

COMENTARIOS

LO ULTIMO

$ 80.000 recibió cada guardia implicado en fuga masiva de reos del PCC

La ministra de Justicia, Cecilia Pérez, aseguró que desde dicha institución no pueden iniciar una investigación sobre la fuga de reos del PCC debido a que la Fiscalía llevó todas las copias del circuito cerrado de la cárcel de Pedro Juan Caballero. Asimismo, recordó que existe una contradicción entre la versión de la empresa y la del Ministerio Público.